About celc

Castelos de Areia

Num dia de verão, eu estava na praia, espiando duas crianças na areia. Trabalhavam muito, construindo um castelo de areia molhada, com torres, passarelas e passagens internas. Quando estavam perto do final do projeto, veio uma onda e destruiu tudo, reduzindo o castelo a um monte de areia e espuma.

Achei que as crianças cairiam no choro, depois

Ler Mais

Dona, tem pão velho?

Era um fim de tarde de sábado, eu estava molhando o jardim da minha casa, quando fui interpelada por um garotinho com pouco mais de 9 anos, dizendo – Dona, tem pão velho? (Essa coisa de pedir pão velho sempre me incomodou , desde criança.) Olhei para aquela criança tão nostálgica e perguntei: – Onde você mora? – Depois do zoológico. – Bem longe, hein!

<span style="font-family

Ler Mais

Parábola dos dois filhos

Um dia em que Jesus, tendo ido ao templo de Jerusalém, ensinava ao povo,  anunciando-lhe o Evangelho, chegaram-se a ele os príncipes dos sacerdotes,  os escribas e os anciães, e o interpelaram com que autoridade fazia tais coisas.  O Mestre redargüiu com outra pergunta, a que não souberam responder, e,  porque ficasse evidente a hipocrisia deles, lhes propôs,  em seguida, esta parábola: “Que vos parece?  Um homem tinha dois filhos, e,  chegando ao primeiro, lhe disse:  Filho,  vai trabalhar hoje na minha vinha.   Ele respondeu:  Não quero.  Mas depois,  tocado de arrependimento, foi. Falou do mesmo modo ao outro, que respondendo, disse:  Irei, senhor.  Mas não foi.”  Dito isto, indagou:  Qual dos dois fez a vontade do pai? Responderam eles:  o primeiro. Jesus então os censurou com estas palavras:  “Na verdade vos digo que os publicanos e as meretrizes entrarão primeiro que vós no reino de Deus.”  Mateus 21: 28-31   Os dois filhos, nessa imaginosa e interessante parábola, constituem modelos das duas espécies de personalidade predominantes entre os terrícolas.   O filho que disse:  não vou;  mas depois, arrependido, foi,  representa aqueles que, indiferentes aos ideais superiores,  levam uma vida puramente mundana, deixando-se dominar pêlos vícios e paixões que constituem o deleite de toda carne ainda não sujeita ao espírito. Chega um dia, porém, em que, saturando-se das misérias da vida, enjoados dos falsos prazeres,  caem em si,  descobrem os gozos e as delícias que a alma pode sentir na virtude e na prática do bem,  e então,  sinceramente arrependidos, se regeneram,  transformando-se em obreiros da  vinha do Senhor. O filho que disse:  irei, senhor;  mas não foi, personifica, a seu turno,

os devotos sem obras,  os que atravessam toda a existência procurando manter uma aparência de respeito e de religiosidade,  que se mostram muito cuidados no tocante às  obrigações  estatuídas

Ler Mais

Parábola do Mordomo Infiel

Havia um homem rico que tinha um mordomo;  e este lhe foi denunciado como esbanjador dos seus bens.  Chamou-o, então, e lhe disse:  Que é isto que ouço dizer de ti?  Dá conta de tua administração,  pois não podes mais ser meu administrador. Disse o mordomo consigo:  Que hei-de fazer,  uma vez que meu amo me tira a administração?  Não sei cultivar a terra, e de mendigar tenho vergonha.  Já sei o que farei, a fim de que, quando me houverem tirado a mordomia,  encontre pessoas que me recebam em suas casas.  Chamou cada um dos que deviam a seu amo e perguntou ao primeiro:  Quanto deves a meu amo?  O devedor respondeu:  cem cados de óleo.  Disse-lhe então:  Toma a tua obrigação,  senta-te e escreve depressa outra de cinqüenta. Perguntou em seguida a outro:  Quanto deves tu?  Respondeu ele:  cem cados de trigo.   Disse-lhe:  Toma o documento que me deste e escreve um de oitenta. O amo,  sabendo de tudo,  louvou o mordomo infiel, por  haver procedido com atilamento,  porque os filhos do século são mais avisados no gerir seus negócios do que os filhos da luz. E eu vos digo:  Empregai as riquezas da iniqüidade em granjear amigos, a fim de que, quando elas vierem a faltar-vos,  eles vos recebam nos tabernáculos eternos.  Aquele que é fiel nas pequenas coisas sê-lo-á também nas grandes,  e quem é injusto no pouco também o é no muito.  Ora,  pois,  se não houverdes sido fiéis no tocante às riquezas de iniqüidade,  quem vos confiará as verdadeiras?  Se não fostes fiéis com o alheio, quem vos dará o que é vosso. Lucas, 16: 1-12   Esta parábola,  interpretada, ao pé da letra, pode dar a entender que o Mestre esteja apontando o roubo e a fraude como exemplos de conduta dignos de serem imitados.   Considerada,  porem, em seu verdadeiro sentido,  segundo o espírito que vivifica,  encerra uma profunda lição de sabedoria e de bondade que poucos hão sabido entender.   Inicialmente,  identifiquemos as duas principais personagens da historieta evangélica,  e o local em que a ação se desenrola. O rico proprietário é Deus,  o Poder Absoluto que sustenta todo o Universo;  O mordomo é a Humanidade, ou seja, cada um de nós;  A Fazenda é o Planeta Terra,  o campo em que se desenvolve  atualmente nossa evolução. Os bens que nos foram dados a administrar é tudo o de que nos  jactamos estultamente nesta vida:  propriedades, fortuna, posição social, família e até mesmo nosso corpo físico.  Todas essas coisas nos são colocadas à disposição  por  Deus, durante algum tempo, a fim de serem  movimentadas para benefício de todos,  mas, em realidade, não nos pertencem.  A prova disso está em que sempre chega o dia em que seremos despojados delas,  quer o desejamos, quer não. Nossa infidelidade consiste em utilizarmo-nos desses recursos egoisticamente,  como se fossem patrimônio nosso,  dilapidando-o ao sabor de nossos caprichos, esquecidos de que não poderemos fugir à devida prestação de contas quando, pela morte, formos despedidos da mordomia. Pois bem, já que abusamos da providência, malbaratando os bens de que somos simples administradores, tenhamos ao menos o atilamento do mordomo de que fala a parábola. Que fez ele?  Para ter quem o favorecesse,  quando demitido do cargo que desempenhava, tratou de fazer  amigos, reduzindo as contas dos devedores do seu amo. É o que Jesus nos aconselha fazer, quando diz: “ Granjeai amigos com as riquezas iníquas”. Em outras palavras, isto significa que os sofredores de todos os matizes são criaturas que se acham

endividadas perante Deus,  são pecadores que têm contas a saldar com a justiça divina,  e auxiliá-los em suas necessidades,  minorar-lhes

Ler Mais

Parábola do Avarento

"As terras de um homem rico produziram muito fruto. E ele discorria consigo: Que hei de fazer, pois não tenho onde recolher os meus frutos? E disse: farei isto: derribarei os meus celeiros e os construirei maiores, e aí guardarei toda a colheita e os meus bens e direi à minha alma: Minha alma, tens muitos bens em depósito para largos anos; descansa, come e bebe ,e regala-te. Mas Deus disse-lhe:  Insensato, esta noite te exigirão a tua alma; e as coisas que ajuntaste para quem serão? Assim é aquele que entesoura para si e não é rico para com Deus". Lucas, XII, 16-21)

Quanto mais se avizinha o tempo do cumprimento da missão do divino Messias, mais ele intensificava o seu trabalho de difusão da doutrina de que havia sido encarregado, pelo Supremo Senhor, de trazer à Terra. Os escribas e

Ler Mais

O Cobrador

  Depois de um dia de caminhada pela mata, mestre e discípulo retornavam ao casebre, seguindo por uma longa estrada. Ao passarem próximo a uma moita de samambaia, ouviram um gemido. Verificaram e descobriram, caído, um homem.

<span

Ler Mais

O Poder da Educação

Conta-se que o legislador Licurgo foi convidado a proferir uma palestra a respeito de educação. Aceitou o convite mas pediu, no entanto, o prazo de seis meses para se preparar. O fato causou estranheza, pois todos sabiam que ele tinha capacidade e condições de falar a qualquer momento sobre o tema e, por isso mesmo, o haviam convidado.

Transcorridos

Ler Mais

O Mito da caverna

Uma prisão subterrânea em que as pessoas ficam  ao mesmo lugar desde de a infância e onde tudo o que conseguem ver são sombras das pessoas.  O cárcere é tão eficiente que eles nem percebem que estão presos e pensam que o mundo é mesmo aquele  monte de sombras.  Caso

Ler Mais

As Mesas Girantes

 

 

Uma série progressiva de fenômenos ajudava ao surgimento da doutrina espírita.   “O primeiro fato observado foi o da movimentação de objetos diversos. Designaram-no, vulgarmente, pelo nome de mesas girantes ou dança das mesas”.

Tal fenômeno parece ter sido notado primeiramente na América do Norte, de forma intensa, e propagou-se pelos

Ler Mais