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Evangelização, Cura e Desobsessão

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Artigos

Categoria: BIBLIOTECA VIRTUAL
Centro Espírita Leocádio Corrêia > Artigos > BIBLIOTECA VIRTUAL

Ressurreição/Reencarnação na Bíblia

celcReencarnação20 de junho de 2014 Leave a comment0

 

35 Mas alguém dirá: Como ressuscitam os mortos? e com que qualidade de corpo vêm? 36 Insensato! o que tu semeias não é vivificado, se primeiro não morrer. 37 E, quando semeias, não semeias o corpo que há de nascer, mas o simples grão, como o de trigo, ou o de outra qualquer semente. 38 Mas Deus lhe dá um corpo como lhe aprouve, e a cada uma das sementes um corpo próprio.

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Varios tipos de Sonhos

celcSonhos20 de junho de 2014 Leave a comment1
Há toda uma literatura sobre os sonhos, desde que Freud criou a Psicanálise, mas Kardec nos informa que temos vários tipos de sonhos;   1- os gerados pelo inconsciente, pelas preocupações do dia a dia, com imagens que arquivamos, em filmes, livros, conversas.

2- sonhos com "máscaras" (símbolos), ou seja, fantasias sobre

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Sonhos: Visão Espírita

celcSonhos20 de junho de 2014 Leave a comment0
Um tema de interesse universal, desde as mais remotas eras: sonhos. Seja qual for o nível cultural, sócio-econômico ou mesmo espiritual, o homem sempre se interessou por este assunto. Afinal, o que significam os sonhos ou as chamadas manifestações oníricas? Terão validade as tentativas de interpretação dos mesmos? Até que ponto a visão psicanalítica é verdadeira?

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A Visão Espírita dos sonhos

celcSonhos20 de junho de 2014 Leave a comment0

O Sonho é uma interrogação para muitas pessoas. No livro de Carlos Bernardo Loureiro – “A Visão Espírita do Sono e dos Sonhos”, Casa Editora O Clarim. Matão, SP. 144 páginas, vamos encontrar muitas respostas. É

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Os Sonhos, no Espiritismo e na Psicanálise

celcSonhos20 de junho de 2014 Leave a comment0

Durante centenas de

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Sono e Sonhos

celcSonhos20 de junho de 2014 Leave a comment0
  Introdução Chama-se emancipação da alma, o desprendimento do Espírito encarnado, possibilitando-lhe afastar-se momentaneamente do corpo físico.   É muito importante a compreensão e o estudo do sono e dos sonhos para um conhecimento mais amplo do fenômeno da emancipação da alma e das experiências vivenciadas pelo Espírito neste estado de liberdade.  “À semelhança da morte, em que o Espírito se liberta com facilidade do corpo mediante conquistas anteriores de desapego e renúncia, reflexões e desinteresse das paixões mais vigorosas, no sono há uma ocorrência equivalente, pois que o ser espiritual possui maior ou menor movimentação conforme as suas fixações e conquistas.” Dormimos um terço de nossas vidas e o sono, além das propriedades restauradoras da organização física, concede-nos possibilidades de enriquecimento espiritual através das experiências vivenciadas enquanto dormimos.   No campo da mediunidade, durante o desdobramento ou emancipação da alma pelo sono natural, os participantes dos grupos mediúnicos desenvolvem tarefas de significativo valor em continuidade às atividades encetadas nas reuniões mediúnicas.   Vários fenômenos mediúnicos poderão ocorrer com a alma emancipada, embora muitos sejam classificados, apenas, como fenômenos anímicos. “Às vezes, durante o sono ou na vigília, a alma se exterioriza, se objetiva em sua forma fluídica e aparece à distância.” (3) É o fenômeno da bicorporeidade. Durante o sono normal, o corpo perispiritual poderá provocar uma série de fenômenos de efeitos intelectuais, como a psicofonia e a psicografia e também os de efeitos físicos ou objetivos como as aparições, produzir sons, ruídos, etc…   No Livro dos Médiuns, Allan Kardec nos diz : “As manifestações visuais mais comuns têm lugar durante o sono : são as visões. – Os sonhos podem ser : – Uma visão atual das coisas presentes ou ausentes ; – Uma visão retrospectiva do passado e, em alguns casos excepcionais, um pressentimento do futuro; – Quadros simbólicos que os Espíritos fazem passar sob nossos olhos para nos dar úteis advertências e salutares conselhos, se são bons Espíritos;                                  – “Induzir ao erro ou lisonjear paixões, se são Espíritos imperfeitos.” No estado de emancipação da alma, o Espírito se desloca do corpo físico, os laços que o unem à matéria ficam mais tênues, mais flexíveis e o corpo perispiritual age com maior liberdade.   Vamos, neste estudo, evidenciar com maior intensidade, o sonho, suas características espirituais, quando realmente ocorre a emancipação da alma e as horas de sono são aproveitadas para nosso crescimento espiritual através de atividades, estudos e aquisições enobrecedoras.   Sono e Sonhos   Conceitos: Sono é um estado em que cessam as atividades físicas motoras e sensoriais.                                          Sonho é a lembrança dos fatos, dos acontecimentos ocorridos durante o sono. A ciência oficial, analisando tão somente os aspectos fisiológicos das atividades oníricas, ainda não conseguiu conceituar com clareza e objetividade o sono e o sonho. Sem considerar a emancipação da alma, sem conhecer as propriedades e funções do perispírito, fica, realmente, difícil explicar a variedade das manifestações que ocorrem durante o repouso do corpo físico. Alguns psiquiatras e psicólogos já analisam os sonhos como atividades do psiquismo mais profundo. Assim temos em Freud, o precursor dos estudos mais avançados nesta área. Ele julgava que os instintos, quando reprimidos, tendem a se manifestar e uma destas manifestações seria através dos sonhos. Isto numa linguagem simbólica representativa do desejo.    Adler introduziu em Psicologia o “instinto do poder” . Nossa personalidade gravitaria em torno da auto-afirmação, do desejo do domínio.   Jung considerou válidas as duas proposições. Descobriu que nos recessos do inconsciente, existe uma infra-estrutura feita de imagens ou símbolos que integram a mitologia de todos os povos. São os arquétipos, reminiscências de caráter genérico que remontam a fases muito primitivas da evolução.                                                                                                                Mas foi Allan Kardec, através da Codificação Espírita, quem, realmente, analisou amplamente os sonhos em seus aspectos fisiológicos e espirituais.  No livro dos Espíritos, Cap. VIII, analisando a emancipação espiritual, coloca o sono como a primeira fase deste fenômeno, que antecede ao sonambulismo e ao êxtase que seriam estados mais profundos de independência pelo desprendimento parcial do Espírito.   Na questão 400, do Livro dos Espíritos, ele indaga aos Espíritos Superiores : “O espírito permanece voluntariamente no seu envoltório corporal ?”                                                          R : “É como se perguntasse se o prisioneiro está satisfeito sob as chaves. O Espírito encarnado aspira incessantemente à libertação e quanto mais grosseiro é o envoltório, mais ele deseja ver-se desembaraçado.”                                                                                                                                              Na questão 401 :                                                                                                                                             “Durante o sono, a alma repousa como o corpo ?” R : “Não. O Espírito jamais está inativo. Durante o sono, os liames que o unem ao corpo se afrouxam e o corpo não mais necessitando do Espírito, ele percorre o espaço e entra em relação mais direta com os outros Espíritos.” Na questão 402, Kardec indaga :                                                                                                                  “Como podemos julgar a liberdade do Espírito durante o sono ?” R : “Pelos sonhos.” E Allan Kardec tece comentários muito importantes acerca dos sonhos, nos quais há uma emancipação da alma, enquanto o corpo repousa.                                                                                                                                                O sono liberta parcialmente a alma do corpo.”

“O Espírito jamais está inativo.” “Têm a lembrança do passado e às vezes a previsão do futuro.” “Adquire

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Jesus no Antigo e no Novo Testamento

celcJESUS20 de junho de 2014 Leave a comment2

Jesus e citado no Antigo Testamento por Abraão (2.100 anos antes) e depois por Davi (1.000 anos antes)

 

Livro dos Espíritos:

625 – Qual é o tipo mais perfeito, que Deus ofereceu ao homem para lhe servir de guia e de modelo?

– Vede Jesus.

Jesus é para o homem o modelo da perfeição moral que a Humanidade pode

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Parábola do Rico e Lázaro

celcParábolas - Estudos20 de junho de 2014 Leave a comment0
“Havia um homem rico que se vestia de púrpura e linho finíssimo, e se banqueteava magnificamente todos os dias. Havia também um pobre mendigo chamado Lázaro, que jazia coberto de úlceras à porta do rico, e que bem quisera saciar-se com as migalhas que caíam da mesa deste, mas ninguém lhas dava; e os cães vinham lamber-lhe as chagas. Ora, aconteceu que o mendigo morreu e foi transportado pelos anjos ao seio de Abraão. O rico morreu também e teve o inferno por sepultura. Quando este, dentre os seus tormentos, levantou os olhos e ao longe viu Lázaro no seio de Abraão, disse em gritos estas palavras: Pai Abraão tem piedade de mim e manda-me Lázaro para que, molhando n’água a ponta do dedo, me refresque a língua, pois sofro tormentos nestas chamas. Abraão, porém, lhe respondeu: Filho lembra-te de que recebeste bens em tua vida e de que Lázaro só teve males; por isso ele agora é consolado e tu és atormentado. Demais, grande abismo existe entre nós e vós de modo que, os que querem passar daqui para vós não o podem, nem os de lá passar para nós. Replicou o rico: – Pai Abraão, eu te suplico então, que o mandes à casa de meu pai, onde tenho cinco irmãos, para lhes dar testemunho destas coisas, a fim de que eles não venham a cair neste lugar de tormentos.Abraão lhe retrucou: Eles têm Moisés e os profetas; que os escutem. Não, Pai Abraão, insistiu o rico, se algum dos mortos lhes for falar, eles farão penitência. Se não escutam nem a Moisés nem aos profetas, retorquiu Abraão, não acreditariam do mesmo modo, ainda que algum dos mortos ressuscitasse”. (Lucas, 16 :13-31).   Esta parábola narra a sorte de dois Espíritos após uma existência terrena, em que um escolhera a prova da riqueza, e outro a da pobreza. O primeiro, como em geral acontece a todos os ricos, esquecido das leis de amor e fraternidade que devem presidir às relações dos homens entre si empregou seus haveres exclusivamente na ostentação, no luxo, no comprazimento pessoal, demonstrando-se insensível e indiferente à miséria e aos sofrimentos do próximo; o segundo, faminto e doente, relegado ao mais completo abandono, suportou humildemente, sem revolta, as dores e privações que lhe martirizaram a existência. Afinal, fazem a passagem para o outro lado da vida, onde a situação de ambos se modifica por completo. O rico, porque vivera egoisticamente e fora desumano, deixando que um pobre enfermo passasse fome à porta de seu palácio, enquanto o se regalava com opíparos jantares regados a vinhos e licores, começou a ser torturado por um profundo sentimento de culpa, enquanto Lázaro, por haver sofrido com paciência e resignação as agruras da vida misérrima que levara, gozava, agora, indizível ventura em elevado plano da espiritualidade. Nessa conjuntura, suplica o rico seja permitida a Lázaro ir amenizar-lhe a sede que o atormenta. Evidentemente, sede de consolação, sede de misericórdia, pois, como Espírito, não iria sentir necessidade de água material. É lhe esclarecido, então, o porquê de seu atual padecer e o da felicidade de Lázaro. Situação essa impossível de ser modificada de pronto, em virtude do “abismo” existente entre ambos. Como facilmente se percebe, também aqui não se trata de abismo físico, mas sim moral. Havendo triunfado em sua provação, Lázaro alcançara um estado de paz interior que o mau rico não poderia experimentar, e este, em razão de seu fracasso, sentia-se angustiado e abrasado de remorsos, coisas que o outro, logicamente, não poderia sentir, pois os estados de consciência são pessoais e impermutáveis . Lembra-se o rico, então, de pedir fosse o espírito de Lázaro enviado à presença de seus irmãos para avisá-los do que lhe sucedera, a fim de se corrigirem a tempo e evitarem iguais padecimentos, post-mortem. A negativa de Abraão, ao dizer: “Eles têm lá Moisés e os profetas; que os escutem”, foi muito lógica, pois ninguém precisa de orientação particular para nortear sua conduta, quando já tenha conhecimento dos códigos morais vigentes. O mau rico insiste, porém, no pedido em favor de seus irmãos, argumentando que, ante a manifestação de um morto, eles haveriam de penitenciar-se do personalismo egoísta que também os caracterizava . Retruca Abraão, fazendo-o sentir a inutilidade dessa providência, pois se eles não praticavam os preceitos de solidariedade humana ensinados por Moisés e pelos profetas, cuja autoridade era reconhecida por todo o povo judeu, muito menos haveriam de ouvir e atender ao que lhes fosse dito pelo espírito de Lázaro. Como se vê, esta parábola confirma plenamente dois pontos básicos da Doutrina Espírita: – Primeiro, o de que as penas ou recompensas futuras são conseqüentes aos feitos de cada um, e não baseadas em questões de fé, como se diz por aí. – Segundo, o de que as comunicações de além-túmulo são possíveis, fazendo parte da crença universal desde aqueles tempos, conquanto pudesse haver, como ainda hoje os há, incrédulos sistemáticos, que as neguem.   Rodolfo Calligaris

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Parábola das Bodas

celcParábolas - Estudos20 de junho de 2014 Leave a comment0
Tendo ido ao templo de Jerusalém, onde foi argüido pelos príncipes dos sacerdotes e pelos fariseus, disse-lhes Jesus: “O reino dos céus se assemelha a um rei que, querendo festejar as bodas de seu filho, despachou seus servos a chamar para o festim os que tinham sido convidados; estes, porém, recusaram ir”. O rei despachou outros servos com ordem de dizer da sua parte aos convidados: Preparei o meu jantar; mandei matar os meus bois e todos os meus cevados; tudo está pronto; vinde às bodas. Eles, porém, sem se incomodarem com isso, lá se foi um para sua casa de campo, outro para o seu negócio. Os outros pegaram dos servos e os mataram, depois de lhes haverem feito muitos ultrajes. Sabendo disso, o rei se tomou de cólera e, mandando contra eles seus exércitos, exterminou os assassinos e lhes queimou a cidade. Depois, disse a seus servos: O festim das bodas está inteiramente preparado; mas, os que para ele foram chamados não eram dignos dele. Ide, pois, às encruzilhadas e chamai para as bodas todos quantos encontrardes. Os servos então saíram pelas ruas e trouxeram todos os que iam encontrando, bons e maus; a sala das bodas se encheu de pessoas que se puseram à mesa. Entrou em seguida o rei, para ver os que estavam à mesa, e, dando com um homem que não vestia a túnica nupcial, disse-lhe: Meu amigo, como entraste aqui sem a túnica nupcial? O homem guardou silêncio. Então, disse o rei à sua gente: Atai-lhe as mãos e os pés e lançai-o nas trevas exteriores; aí é que haverá prantos e ranger de dentes, porquanto, muitos são os chamados, mas poucos os escolhidos” (Mateus, 22:1 a 14).   Parábolas, como sabemos, são narrações alegóricas, encerrando doutrina moral. Jesus, pedagogo emérito, recorria freqüentemente a elas, já porque era a melhor maneira de interessar os seus ouvintes, já, também porque sabia que é muito mais fácil assimilar e reter qualquer ensinamento, quando materializado, isto é, objetivado através de um enredo, do que quando ministrado de forma subjetiva. Na parábola em tela, o Rei é Deus, nosso Pai Celestial, e o festim de bodas, é claro, simboliza o Reino dos Céus, cujo advento coube a Cristo Jesus anunciar e preparar, pela pregação de seu Evangelho. Os primeiros convidados são os hebreus, pois a eles é que foram enviados os primeiros emissários, ou sejam, os profetas, anunciando-lhes a vinda do Messias, bem assim exortando-os a que se arrependessem de seus erros e se conduzissem de forma mais condizente com as Leis Divinas reveladas no monte Sinai. As palavras desses emissários, porém, não encontraram receptividade entre os hebreus, que lhes desprezaram as advertências e exortações. Não obstante a má vontade manifestada, por eles, à semelhança da parábola, envia-lhes Deus o próprio Jesus, a fim de lhes recordar e aperfeiçoar o conteúdo daquelas Leis, cuja observância lhes daria a conhecer o estado de alegria e gozo espiritual que constitui o Reino dos Céus. Todavia, sobremaneira preocupados em conseguir vantagens puramente materiais (os hebreus aspiravam à hegemonia política do mundo), escusaram-se de novo, sendo que alguns, enervando-se com tal insistência, não só repeliram a mensagem do Cristo, como ainda o ultrajaram e o imolaram na cruz. Continua a parábola, dizendo: “Diante disso, o rei enviou exércitos contra os assassinos, que foram exterminados, bem assim queimados a sua cidade”. O que aconteceu aos hebreus, posteriormente à crucificação de Jesus, todos o sabem, corresponde exatamente a esse trecho da narrativa: foram trucidados pelos romanos, e sua capital, Jerusalém, foi quase totalmente destruída. “Depois, mandou o rei convidar a todos quantos fossem encontrados nas encruzilhada: “bons e maus”, o que significa que o Evangelho seria pregado a todos os povos, pagãos e idólatras, e que estes, acolhendo a Boa Nova, seriam admitidos ao festim em lugar dos primeiros convidados, que se mostraram indignos dele . Não basta, porém, ser convidado; quer dizer, não é suficiente dizer-se membro desta ou daquela Igreja, para tomar parte no banquete celestial. Faz-se necessário, como condição expressa e indispensável, estar-se revestido da “túnica nupcial”, isto é, possuir aquela pureza, mansuetude e bondade que caracterizam os verdadeiros cristãos. Os hipócritas, os que se comprazem na indecência, os belicosos, os que defraudam e sacrificam seus semelhantes, os que vivem exclusivamente para si, indiferentes às dores e às aflições do próximo, estes, embora convidados a participar das bodas, serão encontrados sem as “vestes” adequadas e, pois, não poderão permanecer entre os demais, sendo lançados fora. Eis porque disse Jesus: Chamados haverá muitos; poucos, no entanto, serão os escolhidos.   Rodolfo Calligaris

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Parábola do Credor Incompassivo

celcParábolas - Estudos20 de junho de 2014 Leave a comment0

“O reino dos céus é comparado a um rei, que resolveu ajustar contas com os seus servos. Ao fazê-lo, apresentou-se um que lhe devia dez mil talentos; mas, como não tivesse com que pagar, ordenou o seu senhor que vendessem a ele, a sua mulher, a seus filhos, e tudo o que tinha, para ficar quite da dívida. O servo

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